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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

INGLOURIOUS BASTERDS

«“Sacanas sem Lei”, último filme de Quentin Tarantino, tem uma história por detrás da própria história do filme, que é interessante conhecer para melhor se perspectivar a obra.
Na verdade, “Inglourious Basterds” inscreve-se numa longa lista de filmes sobre a II Guerra Mundial, onde um grupo de “patifes” ou “sacanas” a contas com a justiça militar se vê envolvido numa acção contra os nazis, tornando-se heróis sem muito bem perceberem como. O primeiro grande filme desta onda foi “Os Doze Indomáveis Patifes” (The Dirty Dozen), de Robert Aldrich (1967), com um elenco notável e uma moralidade evidente, para lá da história e das peripécias decorrentes. O que se procurava testemunhar era a possibilidade de uma “segunda hipótese” que permitisse a redenção de um grupo de proscritos que afinal só precisava de uma nova oportunidade para se regenerar.
Muitos outros filmes se seguiram e procuraram reproduzir o sucesso desta obra, que ela própria teve sequelas, nenhuma delas tão brilhante como o original.
Nas décadas de 60 e 70, os estúdios italianos tinham, por bom ou mau hábito, copiar, com pequenos orçamentos, e em jeito de série B, os grandes sucessos de aventura, acção, terror ou horror que se afirmassem em qualquer outro país, nomeadamente no universo anglo-saxónico. Tendo sido sobretudo os êxitos norte-americanos pirateados até à saciedade. Em filmes que, por vezes, tinham algum interesse (há muitos westerns deste período com uma qualidade inequívoca, que deram a conhecer realizadores como Sergio Leoni e lançaram a carreira de actores como Clint Eastwod), mas a maioria era de péssima qualidade, de um aproveitamento sem escrúpulos das emoções mais primárias que existem no mais fácil dos espectadores.
Não foram só os westerns que foram “revisitados” ou, melhor, “vampirizados”, pelos realizadores italianos (quase sempre com pseudónimos anglicizados), mas também os filmes de terror (que nos deram surpresas agradáveis como Dario Argento, por exemplo) ou de horror (onde o canibalismo e os mortos-vivos bateram recordes de mau gosto). Igualmente os filmes bélicos tiveram o seu auge e uma das obras mais referenciadas é um filme de 1978, assinado por Enzo G. Castellari (que também ficou conhecido por Stephen M. Andrews, Enzo Girolami Castellari, Enzo Castellari, Enzo Girolami, Enzo Girollami, E.G. Rowland ou Enzo G. Rowland), com o título original italiano “Quel Maledetto Treno Blindato”. Nos EUA teve várias outras designações, como “The Inglorious Bastards”, “Counterfeit Commandos”, “Deadly Mission”, “G.I. Bro” ou Hell's Heroes”, para lá de nas Filipinas se ter chamado “The Dirty Bastard”. Em Portugal terá sido “Seis Gloriosos Patifes" e, no Brasil, “Assalto ao Trem Blindado”.


Ora bem, Quentin Tarantino tem desde sempre uma preferência muito especial por séries B, quer sejam americanas, quer sejam de outras origens, das europeias às asiáticas. Quase todos os seus filmes, de “Cães Danados” a “À Prova de Morte”, são demonstrações disso e muito ligadas ao imaginário popular, dos romances de “pulp fiction” aos “comics”, mas sobretudo aos filmes de sessão dupla em salas de bairro. Mais uma vez, isso acontece em “Inglourious Basterds” que, desta feita de forma explícita e por demais publicitada pelo próprio cineasta, se vai basear no já referido “The Inglorious Bastards”, do também já citado italiano Enzo G. Castellari. O que temos é uma “homenagem” de Tarantino a um realizador da acção pura, que faz filmes baseados numa estética (se de estética estamos falando) que tem a ver sobretudo com acção e violência sem muitas explicações históricas ou sociológicas com um enredo diminuto, reduzido a uma ténue linha narrativa que permita fazer suceder, com alguma lógica, as referidas cenas de “Kiss, Kiss, Bang, Bang” (aqui mais “Bang, Bang” e “Pum, Pum”, do que “Kiss, Kiss”). Este género de obras não se preocupa com plausibilidade de situações ou densidade psicológica de personagens, mas com a possibilidade de mandar pelos ares muitos soldados inimigos, ao som de estridentes explosões, que levam consigo tanques ou camionetas de prisioneiros militares. Este o caso da obra de Enzo G. Castellari.
“Quel Maledetto Treno Blindato” é uma película de guerra, de um sub-género muito explorado no cinema, a II Guerra Mundial, ou “os filmes de nazis”. O argumento é de Sergio Grieco e do realizador, o elenco conta actores popularizados neste tipo de filmes, como o sueco Bo Svenson, o afro-americano Fred Williamson, entre outros. Estamos no verão de 1944, na Europa, mais precisamente em França, num acampamento americano. Alguns militares, condenados por crimes graves, são encaixotados numa camioneta rumo ao seu destino mais previsível, o fuzilamento.

Um desertor, Burl (Jackie Basehart), um ladrão, Nick Colasanti (Michael Pergolani), um assassino, Fred (Fred Williamson), um revoltado, Tony (Peter Hooten) e um tenente, Jaeger (Bo Svenson), constituem este grupo de soldados americanos condenados que partem de um acampamento nas Ardenas. Durante a viagem a coluna é bombardeada por aviões alemães e os prisioneiros conseguem libertar-se e fugir. Querem chegar à Suíça. Na deslocação encontram um desertor alemão que se junta ao grupo, formando os “Seis Gloriosos Patifes” da versão portuguesa. Mas, quando são encontrados por membros da resistência francesa são confundidos com um comando que vem efectuar uma perigosa missão de sabotagem, tendo que assaltar um comboio alemão com o objectivo de roubar um dispositivo que alimenta os famigerados V2. E o grupo aceita a missão e “gloriosamente” cumpre-a na íntegra.
Os “westerns spaghetti” (filmes do Oeste, rodados na Europa, sobretudo em Itália e Espanha, entre 60 e 70) tinham criado um estilo. Não havia heróis, mas anti-heróis, personagens romantizadas sem passado nem futuro, andrajosos mas fotogénicos (veja-se Eastwwod com o seu fósforo ou palito ao canto da boca), que atravessavam histórias de uma violência epidérmica, com vilões da pior espécie. A música inspirada de Morricone (e outros continuadores) e uma fotografia densa e soturna criavam o ambiente. E a mística destas obras que tiveram o efeito de projectar o estilo para outros géneros. O filme de guerra, por exemplo.
Em “Quel Maledetto Treno Blindato” não há heróis impolutos, mas patifes contra vilões, assassinos e ladrões contra psicopatas institucionalizados num sistema político que queria dominar o mundo. Obviamente que o público está do lado dos maus simpáticos contra os péssimos antipáticos. O tom destas obras era de violência extrema, mas quase trabalhada ao nível da violência dos cartoons (Speedy Gonzalez contra o demónio da Tasmânia) o que acarretava um humor distanciador. Depois repisavam-se receitas retiradas de outras obras de referência imediata para o grande público. No caso do filme de Enzo G. Castellari são óbvias as citações de “Os Doze Indomáveis Patifes” (Robert Aldrich, 1967), “O Desafio das Águias” (John Sturges, 1973), “Heróis por Conta Própria” (Brian G. Hutton, 1970), “Cruz de Ferro” (Sam Peckinpah, 1877), entre muitos outros. Olhando a obra não me parece que estas referências sejam tanto de uma cinefilia de homenagem, mas fundamentalmente um ingénuo aproveitamento de receitas comprovadas em filmes de grande espectáculo e grande sucesso de bilheteira. O caso de Quentin Tarantino é distinto. Trata-se de uma cinefilia óbvia de um entusiasta por este tipo de filmes de série B, que ele consumiu abundantemente e aprendeu a amar quando ainda era empregado num vídeo clube e se alimentava dessa matéria-prima. Mas, as diferenças são visíveis. Logo nos títulos que parecem idênticos e não são. “The Inglorious Bastards” é o título americano do filme de Castellari, “Inglourious Basterds” é o do filme de Tarantino. A troca do a pelo e, o o acrescentado sublinham a diferença.

Quentin Tarantino escreveu o projecto e diga-se que, tanto ao nível da escrita do argumento como na sua concretização em imagens, o efeito é brilhante. Estamos ao nível do melhor Tarantino.
O cenário é novamente a II Guerra Mundial, quase ao cair do pano, e a história começa na França sob ocupação alemã, onde um oficial das SS, o coronel Hans Landa (Christoph Waltz) dizima traiçoeiramente uma família de judeus. Mas, Shosanna (Mélanie Laurent), uma das filhas, consegue fugir e será ela que mais tarde, sob o nome de Emmanuelle Mimieux, irá dirigir um cinema em Paris. Entretanto, do lado dos Aliados, e entre as tropas americanas, organiza-se um grupo especial de judeus, comandados pelo tenente Aldo Raine (Brad Pitt), conhecido por “Aldo, o Apache” (dado o seu particular gosto por escalpes) que vai liderar este bando de sádicos soldados americanos, numa cruzada que espalha o terror entre os nazis. Uma das espias que colabora com a resistência francesa é a famosa actriz Bridget von Hammersmark (Diane Kruger) que todavia não tem um futuro risonho. Mais perto do fim da guerra, na sala de cinema de Emmanuelle Mimieux, onde se estreia "O Orgulho da Nação", um filme de propaganda nazi, na presença do próprio Adolf Hitler, de Joseph Goebbels e dos principais líderes do III Reich, reúnem-se os “basterds” e o coronel Hans Landa, além de Shosanna, que vai engendrar finalmente a sua vingança, numa pirotecnia brutal que pretende logo ali destruir o III Reich.

Ao contrário do filme de Castellari, Tarantino constrói uma obra extremamente palavrosa, com diálogos infindáveis, onde – o próprio o confessa – testa o seu poder de criar suspense e de o manter. A sequência da taberna francesa com a actriz e os militares alemães é bem exemplar deste propósito. Esta alteração é particularmente significativa para se compreenderem as intenções de Tarantino e a sua base cultural, diversa da de Castellari. Este é um técnico competente para criar cenas de acção, Tarantino é um cinéfilo com uma preparação cinematográfica muito mais apurada. Castellari nunca foi seleccionado para Cannes (nem nunca concorreu, se calhar, é o mais certo), Tarantino é-o quando quiser e declararam-no desde logo o grande acontecimento do Festival desse ano. Um é olhado como um mero tarefeiro, o outro como um pós-moderno. Toda a diferença. O filme de Tarantino organiza-se em redor de uma sala de cinema e da história do cinema. A sala do cinema é o lugar físico onde irá acontecer o momento final, capital, da obra. É nessa sala de cinema, e através de bobines de filmes, que se irá construir a História. Uma História que tem pouco a ver com a verdadeira História, mas que marca bem a diferença entre a realidade (que existe) e a ficção (que tudo torna possível). Mas não será só nessa sala de cinema que o cinema constrói a História, pois o próprio filme é construído pelo cinema, pela sua História (raros filmes terão tantas citações de outros filmes, desde cenas, personagens, referências no diálogo, cartazes, fotografias, legendas, temas musicais, etc.). Este é um filme que vampiriza o cinema, como outrora o fizeram os cineastas italianos dos anos 60 e 70. Curiosamente nessa altura os italianos copiavam os americanos, agora é um americano que se volta para o cinema italiano e nele vai beber inspiração. Círculo fechado.
Diga-se que ao nível de intenções elas prolongam-se de um realizador para o outro. Tarantino realiza um filme onde não há bons e maus, mas maus e mais maus. Uns são péssimos por tradição (os nazis), outros são maus por vingança e sadismo. Pelo meio há alguns inocentes que morrem ou traem, franceses ocupados a bem ou a mal, e resistentes que se esforçam, mas estamos num mundo onde não há ideologias ou causas. Onde parece não haver grandes diferenças comportamentais ao nível ético. Os nazis matam judeus como ratos, os “basterds” matam nazis escalpelizando-os com gozo evidente. Claro que há uma ironia forte a tratar o tema, claro que os diálogos são divertidos, claro que todos percebemos que Tarantino se diverte e nos diverte. Claro que Tarantino não acredita em nada a não ser no cinema. No seu cinema. De acção e diversão. Sem outras pretensões. Claro que é bom nisso, claro que a realização é brilhante, o argumento bem escrito, os actores notáveis (fabuloso Christoph Waltz, no papel do coronel Hans Landa), a banda sonora muito bem escolhida (recorrendo a muitos temas musicais de filmes antigos que Tarantino cita e homenageia). Claro que “Sacanas sem Lei” é um filme a não perder. Mas fica claro também que este não é o “meu” cinema. Apesar de me ter divertido muito a vê-lo. Mas a verdade é que, no final, algo me incomodava (por exemplo: ser levado a achar “porreiros” e “simpáticos” caçadores de escalpes nazis).» De Lauro António.


domingo, 19 de junho de 2011

GREEN, THE FILM

Parece verde. Mas não é.

«DEFORESTATION OF INDONESIA IS MADE POSSIBLE BY:»(...)

THE COMPANIES BEHIND THE WOOD INDUSTRY
Sinar Mas Group – Indonesia
Salim Group – Indonesia
Barito Pacific Group – Indonesia
Bakrie & Brothers Group – Indonesia
Tanjung Lingga – Indonesia
Astra International - Indonesia
Djajanti Group – Indonesia
Kalimanis Group – Indonesia
Kayu Lapis Group – Indonesia
Korindo Group – Indonesia
Gudang Garam – Indonesia
Raja Garuda Mas Group – Indonesia
PT Uniseraya Group - Indonesia
PT Diamond Raya – Indonesia
Mitra Usaha Sejati Abadi (MUSA) – Indonesia
Surya Dumai – Indonesia
Sumalindo Lestari Jaya Group - Indonesia
PT Inhutani - Indonesia
Benua Indah Group – Indonesia
Lyman Group – Indonesia
Alas Kusuma Group - Indonesia
Sumber Mas Group Samarinda - Indonesia
Hasko Group – Indonesia
Central Cipta Murdaya Group – Indonesia
PT Tanjung Kreasi - Indonesia
Rimbunan Hijau – Malaysia
WTK Group – Malaysia
Samling Global Limited - Malaysia
Kerwara Limited – Malaysia

THE COMPANIES BEHIND PULP AND PAPER INDUSTRY
Sinar Mas Group- Indonesia
Asia Pulp and Paper (APP) – Indonesia
Indah Kiat – Indonesia
Kertas Nusantura - Indonesia
Kalimanis Group – Indonesia
Raja Garuda Mas – Indonesia
Kiani Kertas – Indonesia
Raja Garuda Mas International – Indonesia
Asia Pacific Ressources International Holdings (APRIL) – Indonesia
PT Inti Indorayon Utama – Indonesia
PT Riau Andalan Pulp and Paper - Indonesia
PT Tanjung Enim Lestari Pulp and Paper (TEL) - Indonesia
PT Musi Hutan Persada Pacific Timber – Indonesia
PT Arara Abadi – Indonesia
United Fiber System Limited (Unifiber) - Singapore
Jaakko Pöyry - Finland

THE COMPANIES BEHIND THE PALM OIL PRODUCTION
Sinar Mas Group - Indonesia
Astra Agro Lestari – Indonesia
Raja Garuda Mas International – Indonesia
Asian Agri – Indonesia
Salim Group - Indonesia
Inti Indosawit Subur - Indonesia
Musim Mas Group – Indonesia
Duta Palma – Indonesia
Inexco – Indonesia
Indofood Sukses Makmur – Indonesia
Makin Group – Indonesia
London Sumatra – Indonesia
Bakrie and Brothers – Indonesia
Anglo Eastern Plantations Plc – Indonesia
First Resources Limited – Indonesia
Agro Group – Indonesia
Austindo Nusantara Jaya – Indonesia
Surya Dumai Group - Indonesia
Sime Darby Group – Malaysia
IOI Group – Malaysia
JC Chang Group – Malaysia
Guthrie – Malaysia
Golden Hope – Malaysia
Kuala Lumpur Kepong – Malaysia
Asiatic Development – Malaysia
Boustead Holdings – Malaysia
United Plantations – Malaysia
IJM Plantations – Malaysia
Tradewinds Plantation – Malaysia
Golden Agri – Singapore
CTP Holdings Pte Ltd – Singapore
Wilmar / Kuok / ADM - USA
Cargill - USA
MP Evans Group – United Kingdom
Socfindo – Belgium

THE BANKS AND FINANCIAL INSTITUTIONS SUPPORTING IN THE ABOVE INDUSTRIES
World Bank
International Monetary Fund (IMF)
International Finance Corporation (IFC)
World Trade Organization (WTO)
Asian Development Bank (ADB)
World Resources Institute (WRI)
COFACE – France
Export Credits Guarentee Department (ECGD) – United Kingdom
Export Import Bank (EX-IM) – USA
Overseas Economic Cooperation Fund – Japan
Finnvera - Finland
Export Development Canada - Canada
Export Credit Guarantee Board – Sweden
CellMark - Sweden
Gerling-NCM - Germany
National Machinery Equipment Import Export Corporation (CMEC) – China
China Export & Credit Insurance Corporation - China
Sinar Mas Bank – Indonesia
ABN Amro Bank – Indonesia
Bank Central Asia - Indonesia
Bank Mandiri – Indonesia
Babobank Duta - Indonesia
Bank DBS – Indonesia
Bank Panin – Indonesia
Bank Resona Perdania – Indonesia
Danareksa Securities – Indonesia
OCBC Bank – Singapore
DBS Bank – Singapore
AFC Merchant Bank - Singapore
CIBM Group – Malaysia
Malayan Banking - Malaysia
SOCFIN – Belgium
Sipet – Belgium
Bank Brussels Lambert – Belgium
Raifeisen Zentralbank Österreich AG – Austria
Andritz – Austria
Rabobank – Netherlands
ING Bank- Netherlands
Fortis Bank – Netherlands
German Development Bank (DEG) – Germany
Deutsche Bank – Germany
Commerzbank – Germany
HSH Nordbank AG – Germany
HSBC – United Kingdom
Legal & General – United Kingdom
Barclays – United Kingdom
Standard Chartered Bank - United Kingdom
Royal Bank of Scotland – United Kingdom
Edinburgh Java Trust – United Kingdom
Collins Stewart – United Kingdom
Loyds Bank – United Kingdom
Numis Corporation – United Kingdom
Astra Zeneca – Sweden / United Kingdom
UBS – Switzerland
Credit Suisse – Switzerland
Goldman Sachs - Switzerland
Bank of Tokyo-Mitsubishi (UFJ) – Japan
Mizuho Bank - Japan
Vivendi Water – France
Natixis – France
BNP Paribas - France
Credit Agricole – France
AXA – France
Société Générale – France
Citibank – USA
Cornell Capital Partners – USA
Merrill Lynch – USA
Morgan Stanley – USA
JP Morgan Chase – USA
Lehman Brothers – USA
Amroc – USA
Blackrock – USA

THE COMPANIES TRADING OR BUYING WOOD PRODUCTS FROM INDONESIA
CSH Industrial Group - Singapore
Aeonic International Trade - Singapore
Wajilam Exports – Singapore
Jason Parquet - Singapore
Neeshai Trading – Singapore
Nature Wood - SIngapore
Chippel Overseas Supplies – Singapore
Tong Hin Timber Group - Singapore
Sitra Holdings – Singapore
Chiang Leng Hup Plywood - Singapore
Pargan - Singapore
Sunlight Mercantile – Singapore
Sunrise Doors International - Singapore
Wason Industries – Singapore
Dowlet Trading Enterprises – Singapore
Pan Majestic Holdings – Malaysia
Acmeco Ventures – Malaysia
Flooring Box - Malaysia
Hok Lai Timber - Malaysia
Kim Teck Lee Timber Flooring – Malaysia
McCorry Group - Malaysia
Sumec International Technology Trade – China
Jiangsu Kuaile Wood Industry Group – China
Xiamen Xinda Import Export Trading Company – China
Sino Forest Corporation – China
Celandine Co. – China
Montague Meyer – United Kingdom
Wolseley Group – United Kingdom
Homebase – United Kingdom
Habitat – United Kingdom
International Plywood – United Kingdom
Premier Forest Products – United Kingdom
Kingfisher Group (B&Q, Castorama, Brico Dépôts, Hornbach) – United Kingdom
John Lewis – United Kingdom
Travis Perkins - United Kingdom
Kiani – United Kingdom
Wolseley Group – United Kingdom
Maison du Monde – United Kingdom
Jewson – United Kingdom
Allied Carpets – United Kingdom
Caledonian Plywood - United Kingdom
Cipta - United Kingdom
Wood International Agency - United Kingdom
Armstrong World Industries - USA
Lowe’s - USA
Koch Industries Inc. - USA
Chesapeake Hardwoods – USA
Plywood Tropics – USA
Geogia Pacific – USA
Taraca Pacific – USA
North Pacific Lumber – USA`
Far East American – USA
IHLO sales & Imports - USA
The Home Depot – USA
Les Mousquetaires (Bricomarché) - France
Leroy Merlin – France
Saint Gobain Group (Point P / Lapeyre / Jewson / Raab Karcher / Dahl) - France
Maison Coloniale - France
Pier Import - France
Pont Meyer – Netherlands
Hoek Lopik – Netherlands
Oldeboom – Netherlands
Tarkett - Germany
Possling – Germany
Roggemenn – Germany
Daiken – Japan
Seihuko – Japan
Nippindo – Japan
Kahrs - Sweden
IKEA – Sweden
DLH Group – Denmark
Junckers – Denmark
Finnforest - Finland
FEPCO – Belgium
Glencore International – Switzerland
Goodfellow – Canada

THE COMPANIES TRADING PULP AND PAPER FROM INDONESIA
United Fiber System Limited (Unifiber) – Singapore
PaperlinX Asia - Singapore
International Paper Company – USA
Weyerhaeuser Company – USA
Kimberly-Clark - USA
MeadWestvaco Corporation - USA
Procter & Gamble - USA
Koch Industries - USA
OJI Paper – Japan
Nippon Paper Group - Japan
Sumitomo Forestry Co - Japan
Marubeni Corporation - Japan
Itochu -Japan
Marubeni – Japan
Sojitz – Japan
Stora Enso Oyj - Finland
UPM-Kymmene Corporation - Finland
Metsälliitto - Finland
Cellmark – Sweden
Bomo-Cypap Pulp and Paper– Cyprus

THE COMPANIES TRADING OR BUYING PALM OIL FROM INDONESIA
Sinar Mas Group – Indonesia
Permata Hijau Sawit – Indonesia
Golden Agri – Indonesia
Indofood Sukses Makmur – Indonesia
Arnott Indonesia – Indonesia
Wilmar Group – Singapore
Charleston Holdings (Tropical Oil Products) - Singapore
Pacific Rim Plantations Services – Singapore
Olam International - Singapore
Intercontinental Oils and Fats – Singapore
Lam Soon - Singapore
Kuok Group – Malaysia
Sime Darby – Malaysia
Giant – Malaysia
Mitsui & Co – Malaysia
Yee Lee Corporation – Malaysia
Intercontinental Specialty Fats - Malaysia
SSD Oils Mills Co – India
Nirma – India
Hindustan Lever – India
Godrej Industries – India
China Grains & Oils Group Corporation – China
China National Vegetable Oil Corporation – China
Beijing Orient-Huaken Cereal & Oil – China
Beijing Heyirong Cereals & Oils – China
Cargill - USA
Bunge – USA
Archer Daniels Midland (ADM) - USA
Kentuky Fried Chicken (KFC) - USA
Kraft - USA
ConAgra Trade Group Inc. – USA
Reckitt Benckiser - USA
Procter & Gamble - USA
Johnson & Johnson – USA
Wal-Mart - USA
Hershey - USA
Kroger Co - USA
Shaw’s – USA
Safeway Inc – USA
Costco Wholesale Corporation – USA
Kroger Co – USA
Pepsi Co Inc. - USA
Krafts Food Inc. - USA
SYSCO - USA
Pizza Hut -USA
Mc Cain - USA
Burger King – USA
Mc Donalds – USA
US Foodservice – USA
Aramark – USA
Estée Lauder – USA
McKee Foods Corporation – USA
Kellogg's – USA
Starbuck – USA
Colgate Palmolive – USA
Safeway – USA
Shaw’s – USA
Albertson’s – USA
Ahold – USA
Sara Lee Corporation - USA
Unilever - Netherlands / United Kingdom
HJ Heinz – United Kingdom
Cadbury Schweppes – United Kingdom
Body Shop International – United Kingdom
Tesco - United Kingdom
Sainsbury's – United Kingdom
Boots – United Kingdom
Marks and Spencer – United Kingdom
Macphilips Foods – United Kingdom
Compas Group – United Kingdom
Associated British Foods – United Kingdom
Tate & Lyle – United Kingdom
Musgrave – United Kingdom
John Lewis Partnership – United Kingdom
Co-operative Group – United Kingdom
ASDA – United Kingdom
Britannia Food Ingredients – United Kingdom
United Biscuits – United Kingdom
Aarhus – United Kingdom
Northern Foods plc – United Kingdom
Burton’s Foods Ltd – United Kingdom
Croda – United Kingdom
Whitbread Group – United Kingdom
ICI – United Kingdom
ASDA – United Kingdom
Waitrose – United Kingdom
Morrisons – United Kingdom
Carrefour – France
Edouard Leclerc - France
Auchan – France
Pinault Printemps Redoute – France
Danone – France
Gillette – France
SAS Devineau – France
L’Oréal – France
Henkel - Germany
Cognis – Germany
Alfred C Toepfer International – Germany
Metro Group – Germany
Aldi Group – Germany
Schwarz Group – Germany
Rewe – Germany
Cognis – Germany
Cremer Oleo – Germany
Walter Rau – Germany
ALDI Group – Germany
Goodman Fielder – Australia
Gardner Smith – Australia
Coles Group – Australia
Australian Food – Australia
Woolworths Limited – Australia
Arnott's - Australia
Foodstuffs – New Zealand
Progressive Enterprises – New Zealand
Ahold NV - Nertherlands
CSM – Netherlands
Cefetra – Netherlands
Glencore Grain – Netherlands
Nidera – Netherlands
Akzo Nobel - Netherlands
Nestlé - Switzerland
Barry Callebaut – Switzerland
Glencore International – Switzerland
Lindt – Switzerland
Florin – Switzerland
Nutriswiss – Switzerland
Coop – Switzerland
Migros - Switzerland
DaiEi – Japan
Kao Corporation – Japan
Saraya Co Ltd – Japan
Fuji Oil Group – Japan
Mitsubishi Corporation – Japan
Myojo Foods – Japan
Rainbow Energy Corporation - Japan
Arthur Goethels – Belgium
Delhalze Group – Belgium
FEDIOL - Belgium
Danisco – Denmark
Dragsbaek – Denmark
Goteborts Kex – Sweden
Cloetta Fazer – Sweden
Mills DA – Norway
Orkla Group – Norway
Saetre Kjeks – Norway
Kantolan Keksi – Finland
Musgrave Budgens Longis - Ireland
Savola – Saudi Arabia
Thai President Foods - Thailand

THE COMPANIES INVESTING IN BIO DIESEL MADE FROM PALM OIL
Wilmar Group - Singapore
Continental BioEnergy – Singapore
Carotino Sdn Bhd - Malaysia
Zurex Corporation – Malaysia
SPC Biodiesel – Malaysia
DXN Oleochemicals - Malaysia
PT Vision Renewable fuels - Malaysia
Natural Fuel – Australia
PME Biofuels – Australia
Mission NewEnergy Limited – Australia
Sterling Bioduels - Australia
Biofuels Corporation – United Kingdom
Greenergy – United Kingdom
BP International – United Kingdom
D1 Oils –United Kingdom
EDF Energy – United Kingdom
WHEB Biofuels – United Kingdom
Cargill – USA
BioFuel Merchants (BFM) – USA
BioX Group – Netherlands
Costal Energy limited – India
ED&F Man Biofuels – France
BioDiesel Oils – New Zealand
Neste Oil – Finland
OKQ8 - Sweden
ECO Solutions Co – South Korea
Rainbow Energy Corporation – Japan
Biopetrol Industries - Switzerland

AND OUR PASSIVITY»